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Incompanhia

A companhia dos (in’s) INcerto INcoerente INconstante

Incompanhia

A companhia dos (in’s) INcerto INcoerente INconstante

Mucize

06.04.20 | Delcy Reis

Por estes dias, onde nos foi concedido que cuidemos de nós, um dos filmes que recentemente mais me marcaram. Pela cultura e tradições mantidas de o homem escolher a mulher para casamento, com a idealização da mulher perfeita. A mulher perfeita, com as tradições e competências que naquela sociedade lhe são exigidas, e avaliada pelas restantes patronais da aldeia.

Tudo se passa numa vila remota, onde uma escola não existia, e o lote de construção foi a contratação de um professor. 

Onde uma escola não existia, e o gan de bandidos, pelo interesse de comunidade foram aqueles que souberam apoiar a causa. 

Uma aldeia, onde a família se resume a total comunidade de pessoas que ali vive. 

Um professor, que seguiu o seu instinto, e mudou a vida de toda uma aldeia.

O julgamento social presente, se bem que a uma escala menor, a crítica, a exposição.

O milagre da mulher perfeita conceder todo o seu amor a um deficiente, e poder com isso mudar uma vida.

Imagens incríveis, paisagens de sonho, desespero, não desistência, confiança, acompanhamento. 

Banda sonora intensa, disrupçao cultural, contraste de cores vivas com o branco da neve. 

Adultos incapazes de viver a sua adolescencia, adolescentes querendo viver a sua vida adulta. 

Culturas diferentes mas com estrutura cultural, onde hábitos e costumes são mantidos. 

 

Mas, e acima de tudo onde a brutalidade e força do homem, física, pode provar que nem sempre é o que é necessário para que se vença.

 

Um filme enorme. Capaz de nos fazer viver.